sábado, 13 de agosto de 2011

Vintage.


Vintage é um estilo de vida e moda retrógrada, uma recuperação de estilos das décadas de 1920, 1930, 1940, 1950 e 1960.
Alguns estilistas atribuem ao retorno das modas setentistas, oitentistas e noventistas certo teor "vintage", mas, por ser relativamente recente, o termo não é devidamente atribuído há estas décadas. O resgate da moda pin-up é um exemplo de "moda vintage". Roupas com tecidos propositalmente "desgastados" também são chamados vintage, justamente por ter uma aparência de usado, antigo, de outra época. Mas também sendo usada em outras épocas.
A moda vintage é fabulosa e interessante, tudo que e MODA de verdade vai e volta das passarelas, claro que existe o modismo que não são moda e nunca volta.
Um ótimo exemplo disso é um vestido da Dior usado por Reese witherspoon na entrega do osca em 2006 o modelo desse vestido foi criado em 1957 um clássico lindíssimo.

Abaixo Reese witherspoon usando o tal vestido.

 Lindo.

Outro exemplo de moda vintage.
O estilo vintage é bem romântico.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Estampas.


Hoje as técnicas de estamparia se ampliaram proporcionando aos criadores e consumidores um grande leque de opções. As estampas podem servir para criar uma identidade para a marca, com é o caso da Pucci, por exemplo, conhecida especialmente por sua estamparia psicodélica. No Brasil as grifes Neon ou Adriana Barra também ficaram conhecidas pela estamparia especial e bem elaborada. Outra marca notória por sua padronagem é a Louis Vuitton, que se utiliza do seu logotipo como marca registrada.
Os estilistas também usam as estampas para ajudar a apresentar seus temas, para contar suas histórias. Este é o caso de Ronaldo Fraga, que ilustra suas idéias com uma estamparia muito original. Os brasileiros têm um jeito muito criativo de combinar estampas e cores.
As últimas coleções, no entanto, não têm vindo tão estampadas quanto antes. Percebe-se uma tendência de estamparia mais tradicional, como o xadrez (às vezes como padronagem), as listras ou os florais românticos e o conhecido pied-de-coq. Na contramão desta tendência existe ainda uma linha bem exuberante e colorida, com motivos figurativos, vindos da ilustração, ou geométrico-primitivos, evocando a estamparia dos anos 80.
O estilo exuberante deve ser usado com bijuterias grandes, em peças soltas, com tecidos leves e, de preferência, numa única opção de estampa.
Se for misturar estampa e tecido liso, tente não brigar com as cores. Perceba qual a predominante e combine o liso a partir dela. Não precisa ser a mesma cor, mas elas devem se conversar. Uma estampa também não deve brigar muito com as outras, ainda que não apareça tanto.
Uma boa novidade, na maneira como se usa a estamparia hoje são as misturas. Listras com xadrezes podem ser um bom começo para ir experimentando. Outra boa pedida são os florais, que ficam muito bem se misturados entre si. Preste atenção às cores, tentando criar uma harmonia entre elas. Perceba também o tamanho das flores e o caráter que elas têm. Misture as pequenas e românticas, por exemplo, ou as bem miudinhas, de fundo claro ou escuro. Ficam bem graciosas. Você pode também vestir uma camisa xadrez sobre um vestido florido, fica meio grunge, divertido.

Abaixo exemplos de estampas:
Xadres.



Pied-de-coq.



Florais.



Litras ou navy.


Bolinhas ou poá.



Amo poá ,mas prefiro os tradicionais preto e branco.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

José de Alencar

"Tentei lhe dizer muitas coisas, mais acabei descobrindo que amar é muito mais sentir do que dizer. E milhões de frases bonitas, jamais alcançariam o que eu sinto por você."

"O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo fará coisas admiráveis."


Com esses versos já conseguimos compreender como José de Alencar era sensível. Ele é para mim um dois melhores autores aqui do Brasil,ele conseguiu traduzir o amor a paixão a amizade em poucas palavras e isso me faz  gosta muito desse brilhante autor.   


Foto do autor:

sábado, 6 de agosto de 2011

Cisne Negro


Nina Sayers (Natalie Portman) é bailarina de uma companhia nova-iorquina de balé. Sua vida, como a de todos nessa profissão, é inteiramente consumida pela dança. Ela mora com a mãe, Erica (Barbara Hershey), bailarina aposentada que incentiva a ambição profissional da filha. O diretor artístico da companhia, Thomas Leroy (Vincent Cassel), decide substituir a bailarina principal, Beth MacIntyre (Winona Ryder), na apresentação de abertura da temporada, O Lago dos Cisnes, e Nina é sua primeira escolha. Mas surge uma concorrente: a nova bailarina, Lily (Mila Kunis), que deixa Thomas impressionado.


O Lago dos Cisnes requer uma bailarina capaz de interpretar tanto o Cisne Branco com inocência e graça, quanto o Cisne Negro, que representa malícia e sensualidade. Nina se encaixa perfeitamente no papel do Cisne Branco, porém Lily é a própria personificação do Cisne Negro. As duas desenvolvem uma amizade conflituosa, repleta de rivalidade, e Nina começa a entrar em contato com seu lado mais sombrio, mexendo com seu psicológico.


Quando comecei a ver cisne negro pensei que o tema principal fosse o balé mais me enganei, pois o que ficou mais claro para mim é que cisne negro e um drama totalmente psicológico. Cheguei até pensar que ela via espíritos mais pude constatar que não que era coisa de sua cabeça que se desenvolveu com há preção do direto do balé e de sua mãe, a ambição por sucesso e uma sexualidade reprimida levaram Nina a loucura. Apesar de ter um fim trágico e um filme maravilhoso e emocionante gostei muito de assistir.